Meus pensamentos dobram-se pelo vento´` de uma manhã febril cercada pelo infinito de seu horizonte amarelo-violáceo. Deito-me sorridente sobre sua pele macia, vislumbrando montanhas que se esfarelam no acaso, restando em mim apenasI um entusiasmo de Kao K´o-Kung, exteriorizando a sua (chuva), seu (riacho), um (verso) simples o bastante para parar o tempo
Ensina-me a dançar seusI cantos, Oriente, ensina-me aI ressoar em uníssono sua melodia [citarizada]. Que seus olhos venham, assim, escarlatear meu cinza concreto que ofusca o áureo de meu s o l s t í c i o. ,Há muito busco um pouco de oriente) para encurvar as verticais deste ocidente, a fim de que assim possamos nos lançar feito uma flecha kayrósvênus, e que possamos juntos sentir & sonhar & morrer.
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
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5 comentários:
Aí cara, sua poesia ficou muito manera. As figuras de linguagem te levam, e conduzem mesmo para o próprio oriente. Gostei.
Irving.
valeu, irving. muito legal o seu comentário.
falai brother bom
eu q me orientei agora fui parar na india
depois faco um blog tb contando...
vida longa LF blog
axe
Inebriante... <{sinestésico}>
bom saber que você está de volta.
Ainda e amo, tá.
Beijos,
[[La Rokc]]
gui: valeu, brother. Avise-me quando este blog sair.
lucy: Valeu, gata. Te amo. Aguardo o MAcondo City Blues.
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